O periodo barroco é um dos mais interessantes da história, na medida em que constitui, possivelmente, a primeira proposta global de caráter cultural, ao haver-se unificado e entendido como um todo no conjunto de nosso planeta.Não podemos esquecer que, precisamente neste momento, estamos comemorando a primeira viagem de circum-navegação da Terra dirigida por Fernão de Magalhães e Juan Sebastián Elcano. As viagens, entre aventura, descobrimento e conquista, levadas a cabo durante o século XVI, institucionalizam-se no Seiscentos e se matizam com valores científicos no XVIII, concebendo-se uma forma diferente de perceber o mundo, ao mesmo tempo em que surgem diferenças notáveis, segundo territórios e tempos, as quais enriquecem a cultura daquele momento.

A análise do barroco íbero-americano teve um importantíssimo encontro em Roma no ano de 1980, a partir do qual foram gerados novos congressos que se escalonaram em Querétaro (1991), Sevilha (2001) e Ouro Preto (2006).

No ano de 2020 se cumprirá, portanto, o quadragésimo aniversário desta iniciativa, razão pela qual Granada assume o testemunho que alterna América e Europa, propondo a celebração do V Congresso Internacional de Barroco Íbero-americano, entre os dias 7 e 11 de junho, com o objetivo de reunir pesquisadores seniores e jovens que trabalham temáticas referentes ao conceito genérico de barroco, estruturado nas linhas organizativas que se seguem.

Este Congresso não seria possível sem o apoio fundamental de nossa Universidade, através de seus diferentes serviços e espaços de pesquisa e transferência de conhecimento, como o Departamento de História da Arte; o Programa de Doutorado em “História e Artes”; a Pró-Reitoria de Pesquisa e Transferência; a Pró-Reitoria de Extensão Universitária e Patrimônio; a Secretaria de Bens Culturais; o Seminário de Estudos Latino-Americanos; a Cátedra  Íbero-Americana de Filosofia, Educação e Cultura e o Escritório de Transferência de Resultados de Pesquisa.